A verdade sobre a qualidade de vida

Atualizado: 3 de mai.

A busca pela qualidade de vida é algo inegável na vida de qualquer pessoa. Todos querem viver bem! Mas você já parou para pensar o que realmente significa ter qualidade de vida?

Grupo de pessoas praticando yoga com foco em homem negro sorridente
A qualidade de vida é assunto multidisciplinar, envolve saúde física, mental e social.

Não à toa, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou um método científico para mensurar a qualidade de vida das pessoas, em diferentes níveis sociais, e vai refletir todo um país dentro de um cenário mundial, pois classifica o modelo de vida pesquisado e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do local.


Este método vai comparar, por exemplo, a qualidade no processo de alfabetização, de educação, de expectativa média de vida, de riqueza e poder de compra, de índice de natalidade e mortalidade, dentre outros fatores.


Mas, se por um lado, traduzimos a qualidade de vida como o bem-estar geral nosso e da nação, por outro, sabemos que ele engloba outros tantos fatores. Podemos citar dentro dessas condições o bem-estar físico, mental, psicológico, emocional, dos relacionamentos sociais (como família, amigos e colegas de trabalho), saúde, educação, meio ambiente, religião, entre tantos outros que afetam diariamente a vida humana.


Estes fatores interligados vão definir o nível em que estão nossas condições básicas e suplementares como ser humano.

Mulher oriental cozinhando vários vegetais.
Garantir uma alimentação balanceada e natural é uma parte importante da manutenção da qualidade de vida.


Já é sabido por muitos que, para garantir uma boa qualidade de vida, devemos manter hábitos de vida saudáveis como:

  • cuidar bem de nosso corpo: manter-se em movimento dentro de nosso limite, oxigenando o corpo e a mente;

  • focar em uma alimentação balanceada e mais natural: priorizando frutas, verduras e legumes, preferencialmente da safra (são mais saudáveis e mais acessíveis), carboidratos integrais, diminuição de açúcar, sal e industrializados, boa hidratação, etc.;

  • manter relações saudáveis e não tóxicas: independente do nível de relação, ela deve ser positiva na balança;

  • ter um tempo para nosso lazer: diante uma vida tão corrida e que nos cobra ser produtivos o tempo todo, um tempo para a ociosidade soa como algo errado, mas não é (lembre-se disso);

  • lidar com os pensamentos: de forma inteligente saber reconhecer e lidar com o estresse e ansiedade diante dos desafios do dia a dia;

  • dormir bem: pois precisamos de descanso e da boa produção hormonal que ocorre pela noite. Vivemos como se fôssemos máquinas, mas até as máquinas precisam ser recarregadas;

Além desses acima descritos, devemos investir em outros hábitos que nos façam sentir bem com a gente mesmo.


E é nesse ponto em que confundimos qualidade de vida com padrão de vida, embora ambos estejam relacionados.

Será mesmo que a qualidade de vida pode ser mensurável por um indicador ou ela vai depender de nossas metas e objetivos pessoais, da fase de vida que estamos passando, de alguma luta pontual específica ou da maneira como reagimos a algum desafio que surgiu?

Homem negro meditando em bancada de trabalho.
É preciso estar atento aos sinais que seu corpo te dá em todas as esferas da vida.

O que vai definir a percepção sobre nossa posição nos sistemas em que estamos inseridos como sociedade e em relação aos nossos objetivos, expectativas, padrões e preocupações?


Se a qualidade de vida visa promover o alcance de nossas metas ao mesmo tempo em que temos um corpo e mente saudáveis, então o bem-estar físico é um dos fatores primordiais:

Tenho energia para ir atrás do que almejo?

Meu corpo está bem nutrido?

Estou ausente de dor física?

Consigo ir e vir?

Tenho disposição para o dia a dia?

Como anda minha motivação?


Juntamente com o bem-estar físico, é inegável o fato de que o fator emocional é também grandioso quando o assunto é qualidade de vida.


  • Enxergar de forma positiva o mundo à nossa volta.

  • Lidar de forma estratégica com o momento que estamos atravessando.

  • Enxergar soluções para os problemas.

  • Manter a motivação.

  • Lidar com as frustrações.

  • Conciliar relações saudáveis.

  • Tratamento de possíveis distúrbios emocionais.

  • Ser grato com o momento.

Casal idoso se exercitando na sala de casa.
Estar atento ao momento presente nos dá mais controle sobre as adversidades.

E esses fatores vão impactar todo o resto. Se lidamos de forma leve e usamos os bons pensamentos e o bom humor para tratar situações adversas, nos sentimos no controle sobre nossa própria vida e tiramos o melhor que a situação pode nos oferecer, a começar pelos aprendizados e pelo autoconhecimento, nos deixando mais perto do controle de nossas emoções.


Neste ponto, a qualidade de vida é percebida pelo nível de satisfação que sentimos conosco mesmos, independente das adversidades que aparecem. É quando estar em paz torna-se um estado de espírito.

E a grande verdade é que o bem-estar físico tem uma relação direta com o bem-estar mental. Com a mente sã, temos mais vontade de cuidar do nosso corpo, de nos movimentar mais, nos alimentar melhor, nos resguardar se preciso e dar um passo à frente quando for a hora. E a buscar ajuda quando necessário! É uma via de mão dupla e passamos a olhar com mais carinho para nós mesmos.


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